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UM GRANDE CADERNO VIVO DA CAATINGA
Aqui, flores espontâneas, deslocamentos, desenho botânico, aquarela, memória e território se encontram para revelar a delicadeza simbólica do semiárido.
Cada registro nasce do caminho: do que floresce após a chuva, do que surge nas frestas, do que o olhar apressado quase não vê. Este espaço é um convite para desacelerar, observar e reconhecer a beleza silenciosa que habita o nosso chão.
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A espécie que perfuma o ambiente em silêncio: meu encontro com a Isabelcristinia aromatica
Entre aroma, textura e observação botânica, iniciei os primeiros estudos da rara Isabelcristinia aromatica. Um encontro que começou no herbário e segue agora no estúdio, entre folhas macias, microscópio, grafite e atenção aos detalhes invisíveis da planta.
Eveli Rayane
28 de mai.1 min de leitura


Observação botânica: Flores que continuam habitando o olhar
A observação botânica tem transformado minha forma de reencontrar espécies, pois quando encontro novamente uma flor que já aquarelei, a sensação nunca é a mesma de um primeiro olhar. Existe algo diferente nesses reencontros, como se aquela espécie já habitasse também o papel, a memória e o processo de observação. Muitas vezes, o encontro desperta vontade de voltar ao estudo. Não porque ele esteja incompleto, mas porque a própria observação continua mudando. Sempre aparece um
Eveli Rayane
26 de mai.2 min de leitura


Dia Nacional da Caatinga: o bioma que floresce no semiárido
No dia 28 de abril, celebramos o Dia da Caatinga — o único bioma exclusivamente brasileiro. Entre secas, espinhos e resistência, existe também delicadeza, beleza e uma riqueza botânica que merece ser vista com mais atenção.
Eveli Rayane
28 de abr.2 min de leitura


Caderno de Campo da Caatinga | Arte Botânica, Pesquisa e Semiárido Brasileiro
O Caderno de Campo da Caatinga se torna, assim, não apenas um espaço de criação, mas também um método de investigação, sensibilidade e pertencimento.
Eveli Rayane
21 de abr.2 min de leitura


Mariana: três encontros, um olhar que amadurece no campo
Algumas flores chegam primeiro pelo imaginário. Meu primeiro encontro com a Mariana aconteceu durante a leitura do material Flores da Caatinga (CASTRO; CAVALCANTE, 2010), quando a espécie ainda habitava apenas o território da pesquisa e do imaginário. Antes mesmo de vê-la no campo, a espécie já havia me encantado pela delicadeza das pétalas e pela beleza singular de sua forma. Naquele momento, ela parecia uma dessas flores raras que talvez permanecessem apenas no território
Eveli Rayane
6 de abr.2 min de leitura


Flor do Mandacaru: observação botânica no Caderno de Campo da Caatinga
Mandacaru: quando o desenho encontra a flor Antes de encontrar essa flor no caminho, eu já havia desenhado a flor do mandacaru. O primeiro estudo nasceu de imagens que encontrei na internet. Eram fotografias bonitas, úteis como referência, e me ajudaram a compreender a forma geral da flor: as pétalas longas, o centro luminoso, o contraste com o verde espinhoso do cacto. Todavia, naquele momento, o desenho ainda era uma aproximação. Um exercício de observação mediado por telas
Eveli Rayane
17 de mar.2 min de leitura
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