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UM GRANDE CADERNO VIVO DA CAATINGA
Aqui, flores espontâneas, deslocamentos, desenho botânico, aquarela, memória e território se encontram para revelar a delicadeza simbólica do semiárido.
Cada registro nasce do caminho: do que floresce após a chuva, do que surge nas frestas, do que o olhar apressado quase não vê. Este espaço é um convite para desacelerar, observar e reconhecer a beleza silenciosa que habita o nosso chão.
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